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sábado, 21 de janeiro de 2012

Breve comentário: Egito e Realeza

Fragmento:

Por trás do faraó é possível discernir a concepção primitiva de um chefe dotado de poder sobre as forças naturais, de um rei fazedor de chuvas. "Na Mesopotâmia o governo monárquico não se fundava em nada comparável; a realeza, numa certa medida, permanceu problemática".

(H. Frankfort, "As formas históricas da realeza mesopotâmica")




Sabendo do universo infinito de riquezas, arriscarei mesmo que seja de forma superficial, uma passagem distinta entre as realezas referidas no fragmento acima.



O Egito juntamente com sua rica História Cultural, jamais poderia ser explicado integralmente em um simples texto, baseando-se na complexidade que cerca as formas de Realeza, o que faz com que esta concepção não se realize de maneira semelhante. Para os Historiadores é sobre humano discutir “tudo” e “todas” as culturas, pois trata-se de um universo muito distante para nós, devido vários fatores que se fazem presentes em nosso ofício, começando pela dificuldade de aproximação das fontes.

Ao falar do Egito temos de sermos esclarecidos quanto às “ações” que as fontes e vestígios sofreram ao longo do tempo, sejam por fenômenos naturais ou por interesses de superiores ou pelo próprio tempo, sem esquecermos-nos dos ladrões de túmulos, que dificultam assim a preservação e conservação das fontes (documentos). Por esses motivos o Egito vem sendo contado e recontado como um lugar mágico, misterioso e longe de um passado exótico. Filmes de aventura e mistérios que trazem sempre como cenário este Egito encantador e emblemático, aguçando ainda mais a vontade de conhecer um pouco mais, sobre este lugar que a mais de três mil anos esconde várias facetas de sua cultura admirável e complexa.

Para o homem moderno que está em contato com essa dificuldade das fontes primárias, faz com que o mesmo esteja propicio a um caminho de arremessos de conceitos, ou seja, uma relação extremada das comunidades nos moldes do exagero, ao falar de governos e de uma sociedade que se encontra hoje distante de nossa compreensão, restando apenas à semelhança de aceitar que todas as sociedades são diferentes.

Séculos atrás o Egito foi saqueado e tudo de precioso e útil foi desviado para Constantinopla, havendo assim uma dificuldade de remontar essa História e é apenas recentemente que vemos o Egito com este “olhar” que nossas “ferramentas” nos possibilitam. Ferramentas essas que não resolvem nossa questão, pois sabemos nós historiadores que existe um lugar onde nos apegamos, para colher o que há de informações corretas e relevantes em nossa concepção e ofício.

O Egito formou-se em torno das cheias do Rio Nilo (união do Nilo Branco com Nilo Negro), sendo da riqueza das águas que o Egito se ergue, o tamanho das cheias é de aproximadamente 28 metros de profundidade chegando até 40 quilômetros de extensão. A cada ano morriam várias pessoas e este fato era visto como uma renovação das épocas de chuva. A grandiosidade do encontro das águas fez com que o Faraó, considerado Rei de todos os seres e detentor de todas as forças, desenvolvesse um projeto de poder que visasse o controle dessas cheias. Mas o grande Nilo também é provedor de benefícios, pois fazia com que sua população vivesse do comércio por ele proporcionado, fato que trouxe por volta de 3000 a 3029 à unificação das duas partes do Egito próximas ao Nilo.

Umas das coisas que nos permite pensar que esta sociedade foi organizada eram o tipo de poder, que eles possuíam de realizar permanências imediatas e por terem relações com guerras, arte, alimentos, climas e culturas. No Egito é perceptível a continuidade de cultura e de séries de acontecimentos preservados, não existe no mundo moderno algo que seja incontestável e não existe processo que ligue todas as pessoas, se voltarmos ao passado de mudar curso de rios, pirâmides, pois isso se encaixa sem questionamento e briga no Egito. Pergunto se existe forma mais visível de dizer que existia uma organização e se estes fatores não são uma fonte visível de autoridade? A autoridade desapareceu do mundo moderno, não estamos atrelados a ela, pois ocorreu um apagamento de regime de autoridade devido nossa desvinculação de valores e do passado. A autoridade deixou de existir por volta do século XIII, por se desatrelar da tradição fazendo-se a modernidade, pois dizem que quanto mais sólido mais próximo se fica da destruição, então as autoridades tradicionais ficaram para trás (como a pather família).

O mundo do passado é a conservação e hoje os desprestígios dos regimes políticos estão presentes em nossa vida, estamos longe de sermos representados não sabemos nem em quem votamos. A crise de autoridade esta espalhada na política e na família, pois ninguém tem “medo” nem respeito e isso não pode ser explicado mais com respostas fúteis e sim filosóficas. O mundo moderno perdeu a autoridade e uma das coisas que deveriam realizar era um relacionamento das pessoas usando a hierarquia realizando assim a autoridade, essa relação do que manda e do que obedece, pois quem manda teria a autoridade de quem obedece, mas de forma que esta hierarquia fosse baseada na velhice (conhecimento e respeito) em um resgate de tradições e valores, que não usariam de coerção.

Para termos um melhor entendimento do Egito é preciso ter a sensibilidade de olhar valores contidos na “continuidade”, vendo assim o Faraó como algo a mais na vida dos egípcios, pois este último era visto como o homem das forças naturais que ordena o mundo das águas. O faraó se fez líder das águas e ordena um reino, porém jamais terá “paz”, mas é importante pensar que entorno dessa realeza havia uma organização social, que dividiam e controlavam tudo, sendo feito de certa forma uma engenharia de poder que controlava o líder á frente de negociações, guerras além de ligar o universo divino com o universo terreno, lembrando que o Egito é a porta de entrada e saída (comércio), tendo assim o controle do delta do Nilo. Este contexto fez do Egito um Estado ordenado que, luta por organização com outros países, pois tinha prestígio e um controle interessante juntamente com uma rota de comércio respeitada e invejada na época.

Temos que levar em consideração o rei fazedor de chuva visando que não existe essa figura em nenhuma outra parte do mundo, pois ele lida com tudo sendo uma só pessoa. Mesmo entre os Maias existe uma diferença na concepção de realeza comprometida com o ordenamento do mundo. No Egito formas de realeza são concentradas nas mãos do Faraó diferenciando das outras, e a única coisa que podemos fazer é especulações: saber com quem casou-se, quais eram seus inimigos, governos. Enfim contar alguma história e termos a capacidade de observar que essa sociedade complicada aos nossos olhos vive nessa organização.

O Egito que ordenou entorno do Nilo um Império gigante e comandou formas de poder e organização social, foi capaz de erguer monumentos, muros para a época das cheias e então o que nos sobra? pequenos fragmentos para construir a imagem do Faraó que visa glorificar os mortos para sua história ficar viva e isso é significativo para contar o que queremos através dessa conversa com os mortos (nas fontes encontradas em pesquisas). Essa capacidade de olhar para a natureza imutável e o Faraó teria que explicar a situação se o rio enchesse e se a chuva não viesse, ele era como um homem do tempo. Nós só compreendemos esses fatos e observamos (dias de hoje), mas o Faraó só ordena e tem confiança depositada na sua pessoa e não sabemos se é medo ou respeito, mas algo foi estabelecido nesta sociedade egípcia.

Esse fazedor de chuva comandava mãos de obra e ainda tinha que ser economista, dizia o que ia dar certo ou não, em nem tudo dava certo, pois, o Egito era um País de economia frágil dependente do Faraó que tinha que explicar períodos de secas e controlar ordenamentos, e se manter no poder perante a sociedade com recursos limitados, tendo que ter controle sobre a natureza e outras coisas que o cerca, tornando a vida deste líder um emaranhado de complexidades.

Olhando por uma das janelas que nos cercam, pode-se dizer que não há autoridade onde existe coerção. A autoridade existe sem jamais ter existido, pois há diferentes formas de pensar o regime de autoridade. A autoridade fator único senão decisivo na comunidade humana nunca existiu, ela esta contida em uma condição histórica, que muitos dos conceitos são históricos no tempo múltiplo e contraditório que vivemos.

Discutir “autoridade” que fazia parte da realeza é tão complicado quanto desvendar a construção exata das pirâmides.

Quando se sabe que

“Até a democracia é tirânica”.

fonte: Prova de História 2009

Disciplina: História Antiga
Prof: Juliano Pirajá

domingo, 6 de fevereiro de 2011

OS DONOS DO PODER (R. FAORO)

Caros leitores este texto abaixo foi elaborado apartir de dois livros discutidos em sala de aula, no ano de 2010 por nosso nobre professor, Juliano Pirajá da UEG (Universidade Estadual de Goiás). Espero que gostem dos pontos de vista aqui expostos.

Boa leitura.

Portugal seus pares e seus ípares

                Debate proposto em aula foi sobre o livro Os Donos do Poder de Raymundo Faoro, onde foi discutido características do Brasil, questões sobre o público e o privado dentro do Estado Patrimonialista brasileiro, abordado nos anos 60 por Faoro que defendia a idéia de que não existe somente uma “elite” e sim uma “teia” contendo vários tipos de elite. Este autor possui muitos textos e livros valiosos, sendo um dos mais populares o “Os Donos do Poder”, onde se pode ter conhecimento de dois tipos de poder (aristocrático e o territorial) sabendo-se, que a primeira monarquia da Europa foi a portuguesa este livro enriquece muito o conhecimento de seus leitores. Por meio desta obra vimos um canal de sustentabilidade que é a burguesia comercial que se faz presente neste contexto (Florença, Veneza), pois a burguesia estabelece uma rota mais dinâmica trazendo perspectivas diferentes para a época. O texto aborda a Revolução Portuguesa, dinastia de Ávis e Bragança, trata de questões relacionadas a domínios, onde agora há uma mudança de valores, pois “o reino não pertence mais ao domínio do Rei e sim a nação” (diz Faoro em sua obra).
 O autor demonstra em sua obra a riqueza do “encontro” de grupos e comunidades que formaram o que hoje é o Brasil, por meio de experiências comerciais e acordos (tratados). Não se pode esquecer a questão religiosa que sempre está presente na obra do autor, onde Portugal é vista como linha direta do papado. Fica em evidência os primeiros alicerces dessa formação que são as “navegações”, que possibilitaram uma nova forma dos mundos se encontrarem, mesmo sabendo que isso pode causar sofrimentos ou boas trocas, casamentos forçados, mestiçagens, miscigenação, mulheres forçadas à prostituição e uma visão da mulher ainda como fruto do pecado. A “convivência” é uma pré-globalização onde se é possível uma troca de culturas que enrriqueceu tal período. Sem mais delongas finalizo dizendo, que nesta aula discutiu-se a Formação do Patronato Político Brasileiro.
Discutiu-se de pertinente a respeito do texto de Antônio B. Coelho assuntos relacionados as navegações comércio e conquistas, de forma a valorizar o “encontro” dos mundos navegáveis e suas culturas mescladas, para nos aproximar do passado ligando-o ao presente. Foi possível perceber os efeitos de várias explorações dos continentes, onde Dom Manuel (Rei de Portugal e dos Algarves daquem e dalém mar em África, senhor da Guiné, da navegação, comércio e conquista de Etiópia, Arábia, Pérsia e Índia) carregava um nome extenso originado de um prodigioso movimento coletivo de descobrimentos e expansões marítimas, evangelizações, encontros de civilizações, dialéticas do “outro” e dos mesmos gerando a construção de novas nações e países, sem esquecer-se da descoberta do “nu” e das vergonhas, que é a forma que o autor trata este assunto relacionado à nudez indígena.

O autor trás o século XV e XVI como séculos de invasões violentas e ocupações de territórios, causada por bárbaros, árabes, mongóis, turcos ou então as próprias invasões francesas gerando de certa forma um movimento de globalização com características, multiétnicas diferentes entre si e permeada de grandes trocas culturais, mostrando que a estrutura da colônia não vem da corte e sim dos “encontros”. Neste contexto o professor (Juliano Pirajá) nos fez perceber rotas comerciais onde há sempre uma interação e viagens que se transformam em grandes aventuras que deixavam para trás, quem não quisesse voltar (citou a obra do Caramurú). Uma grande viagem ao desconhecido e desejado, sem saber o que se vai encontrar pelo caminho (saques, mortes, comércio, piratas, sexo, pecado). Reis que ao mesmo tempo se faziam empresários infiltrando-se no comércio milenar português. O texto alcançou um caráter importante e com isso contribuiu muito para entendermos a formação colonial, trazida por esse universo de publicações de extensos pensamentos utilizados na construção das identidades.

Raymundo Faoro (Vacaria, 1925-2003) um jurista, sociólogo, historiador, cientista político e escritor brasileiro. Texto discutido: "Para começo de conversa".


Antônio Borges Coelho (Murça, 1928) um dos grandes Historiadores, poeta e teatrólogo de Portugal. Texto discutido: "Os argonautas portugueses".




sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

WILSON ARAGÃO

Por saber que esse blog tem afinidade com música e principalmente com um cantor símbolo de uma geração, que sabe apreciar a verdadeira música que tem um rico conteúdo filosófico e cultural, um grande amigo falou-me que tem apresso em especial por uma determinada música, então para homenagear três grandes pessoas que considero (Raul Seixas, Wilson Aragão e Rodolfo Torrez) me dedicarei a essa canção em meu texto.

Boa leitura.
       
Para abordar o assunto que eu quero tratar, primeiro tenho que falar de uma pessoa que aparece na mídia bem menos que o grande ídolo Raul Seixas. Bom ai você leitor deve estar se perguntando o que tem a ver, Wilson Aragão com o roqueiro baiano? Irei responder a esse questionamento na medida do possível, no decorrer do texto.
O assunto proposto por minha pessoa antes de tudo é uma homenagem a três pessoas, Raul Seixas, Wilson Aragão e Rodolfo Torrez (jornalista e colega de trabalho). Qual assunto é esse afinal? Rodolfo, este excelente colega de trabalho ao ver o blog gostou muito por saber que ali continha matérias sobre Raul Seixas, então perguntei: Rodolfo em sua opinião, o que você gosta da carreira musical de Raul Seixas? e ele respondeu, o assunto que eu vou abordar neste texto, que já está parecendo um “mistério” com tantos rodeios para chegar ao tão falado assunto.


Disse Rodolfo “CAPIM GUINÉ” ai então me senti na obrigação de prestar essa homenagem a esses amigos compartilhando meu texto baseado em meus conhecimentos e pesquisas a respeito desta excelente canção que contagia quem a ouve, espero que satisfaça ao público desta Cidade virtual, Anarkilópolis XXI.



 
O assunto é “CAPIM-GUINÉ” e a pessoa a que me refiro é um grande baiano do sertão de Piritiba/BA o cantor poeta WILSON ARAGÃO, que teve seu inicio musical em corais de colégios e igrejas da Bahia, mostrando-se um verdadeiro talento para o mundo rompendo fronteiras com suas canções poéticas carregadas de sentidos. Wilson Oliveira Aragão (25 de abril de 1950) é um grande compositor e cantor baiano, com aproximadamente 20 anos de carreira musical e pelo menos 4 CD`s gravados e participante de várias coletâneas e principalmente autor de sucessos como a música “CAPIM-GUINÉ” é isso mesmo! esta música pertence, a quem não sabe a este poeta cantor, do nordeste baiano. No fim da canção você ouve Raul Seixas dizer: Capiritiba saudade retada... dom d´oje ele chega....(esta é a Cidade da Bahia onde nasceu o compositor Wilson Aragão). A música “CAPIM-GUINÉ” foi gravada pelo saudoso Raul Seixas e Tânia Alves, mas na gravação de Raul a música ganha alterações em algumas partes, pois a letra original da música “CAPIM-GUINÉ” Wilson Aragão compôs em 1979 e Raul Seixas a gravou em 1983 (28 anos atrás) modificando algumas palavras, segundo o relato de Wilson em um vídeo postado no youtube. Wilson Aragão também é autor do sucesso “UMA GUERRA DE FACÃO” gravado por nosso ídolo amigo e admirador de Raul Seixas, o ZÉ RAMALHO.


Wilson Aragão com suas músicas de letras pensantes e filosóficas temperadas, com ritmos como baladas, xotes, martelos, chachado  e canções poéticas que mais tarde ganharam São Paulo, Salvador, Minas Gerais, Mato Grosso, Paraíba, Piauí, e outros grandes estados fazendo seus shows e divulgando seus trabalhos em rádios e TV por todo Brasil.  

CAPIM-GUINÉ


Esta música foi composta no período da Ditadura Militar e como não poderia ser diferente carrega em seu conteúdo uma crítica a época. A canção "CAPIM-GUINÉ" ainda hoje se faz atual, pois quem conhece o repertório de Raul Seixas, sabe que suas músicas são sempre contemporâneas.

Boa leitura.

A canção "CAPIM-GUINÉ" é inspirada em momentos marcantes, onde o pai de Wilson Aragão em meio ao periodo da Ditadura Militar perde suas terras devidas invasões de grileiros. Segundo o compositor estes animais que aparecem no decorrer da música invadindo o sítio cultivado representam os políticos, a polícia, o exército. Sendo assim cada animal citado na música é um personagem da vida real, por exemplo, a raposa era comparada a um deputado, presidente ou um gerente de banco, a sussuarana representava como ele diz "aquelas polícias brabas mermo, que já chegavam arrepiando". A família deste compositor sentiu muita tristeza, dor e amargura de ter que vender suas coisas, para desocupar suas próprias terras as pressas (mesmo o pai de Wilson Aragão sendo um homem preparado para a reforma agrária, ele sofreu muito a perda de suas terras para este sistema).
Sendo assim cada animal tem um significado e no mesmo contexto a repressão é criticada nos versos, em certos momentos por Wilson, quando ele relata o "MEDO"  na estrofe que diz: "MINHAS GALINHAS JÁ NÃO FICAM MAIS PARADAS E O GALO DE MADRUGADA TEM MEDO DE CANTAR" (ser torturado ou sofrer represálias) sem esquecer também a crítica a sociedade da época no verso da música: "TA VENDO TUDO E FICA AI PARADO COM CARA DE VIADO QUE VIU CAXINGUELÉ". Por fim  em um momento da canção ele passa a melhor mensagem a dona "RAPOSA SO VIVE NA MARDADE, ME FAÇA A CARIDADE SE VIRE DE NO PÉ" e como Raul sempre dizia: "SE CHAMAREM! DIGA QUE EU SAI" (se a Ditadura bater na porta). Por ai a fora você leitor pode tirar muitos significados desta música e sua letra realista e atual.


OPS!!!  Estava me esquecendo... O Capim guiné também é conhecido como "capim colonião" espécie essa de capim que serve para alimentar o gado e também muito procurado por sua facilidade de resistência e reprodução em grande quantidade, pois uma vez cultivado, nasce o ano inteiro. O capim possui um conteúdo de 13% de proteína em sua composição, além de ter suas sementes apreciadas por várias espécies de passaros, dizem até que na Amazônia este capim serve de alimento para o peixe boi.

Será que por isso a música tem aquele refrão que diz assim: "NÃO PLANTO CAPIM GUINÉ PRA BOI ABANAR RABO EU TO VIRADO NO DIA... EU TO É RETADO COM VOCÊ"?
Bom ai é outro assunto e eu finalizo por aqui, aguardando a participação dos colaboradores do blog com seus preciosos comentários.